DATA OFICIAL!!!!!!!

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    Valerinha
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Dom Set 04, 2011 1:18 pm

    Volto a lembrar que não confiem muito nessa data, pois a fonte é o site wikipedia, até o presente momento não tenho noticia q a editora Roco tenha se pronunciado confirmando a noticia, mas tbm não negou. Só nos restsa esperar mesmo.
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Alan V. em Dom Set 04, 2011 6:56 pm

    Confiar no wikipedia é tenso.
    Se for isso será execelente, agora qualquer coisa diferente disto, esperem esse livro somente para o ano que vem.
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Anilyan em Seg Set 05, 2011 8:45 am

    mesmo assim, eu prefiro ter esperança. Quanto mais cedo, melhor.
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Crol 6425 em Ter Set 06, 2011 9:09 pm

    concordo, a esperança é a ultima que, morre Anilyan
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por vreil em Sex Out 28, 2011 5:57 am

    FALTAM 10 DIAS para o lançamento do livro mais aguardado do ano...
    ja esta quase, mas este quase e o que custa mais...

    deixo em spoiler, um bocado do 1º capitulo (Fonte: mafia dos livros)
    para acalmar ou aumentar a ansiedade deste tao aguardado livro
    pelo que li o livro promete, o que fez crecer a minha ansiedade, mal posso esperar por velo na livraria a espera que eu o compre

    Spoiler:
    A Brecha
    O dragão Saphira rugiu e os soldados diante dela encolheramse,
    — Digam comigo! – gritou Eragon, levantando Brisingr acima da
    cabeça e erguendo-a bem alto no ar, para que todos a vissem. A
    espada azul irradiou um brilho, intenso, iridescente, em contraste
    absoluto com a parede de nuvens negras que se estava a formar a
    Oeste. – Pelos Varden!
    Uma flecha passou perto dele com um zunido, mas ele não lhe
    deu importância.
    Os guerreiros reunidos na base do amontoado de entulho, em
    cima do qual se encontravam Eragon e Saphira, responderam-lhe
    em uníssono, gritando a plenos pulmões:
    — Pelos Varden! — estrondearam, brandindo as suas armas e
    subindo, de imediato, pelos blocos de pedra caídos.
    Eragon virou costas aos homens. Do outro lado do amontoado
    de pedras havia um grande pátio. Cerca de duas centenas de
    soldados do Império estavam reunidos no interior. Atrás deles
    erguia-se uma fortaleza escura, com janelas estreitas como fendas e
    várias torres quadradas; a mais alta tinha uma lanterna acesa
    numa das salas superiores. Eragon sabia que Lord Bradburn, o
    governador de Belatona – a cidade que os Varden queriam
    conquistar e pela qual lutavam há longas horas – estava algures
    dentro da fortaleza.
    Eragon gritou e saltou da pilha de cascalho, em direção aos
    soldados. Os homens recuaram atrapalhadamente, embora
    mantivessem as lanças e os piques apontados para a brecha
    irregular que Saphira abrira na muralha exterior do castelo.
    Eragon torceu o tornozelo direito ao cair, aterrando de joelhos e
    apoiando-se no chão com a mão que empunhava a espada.
    Um dos soldados aproveitou para correr para fora da formação
    e tentou golpear a garganta exposta de Eragon com a lança.
    Eragon aparou o golpe com um movimento brusco do pulso,
    brandindo Brisingr com demasiada rapidez para os olhos de um
    humano ou de um elfo. Ao aperceber-se do seu erro, o soldado
    empalideceu de pavor e tentou fugir, mas conseguiu apenas moverse
    uns escassos centímetros antes de Eragon, o atacar e atingir no
    ventre.
    Saphira saltou para o pátio, atrás de Eragon, expelindo um jato
    de chamas azuis e amarelas. Ele baixou-se, firmando as pernas,
    quando o dragão embateu no chão pavimentado. Todo o pátio
    estremeceu com o impacto. Grande parte das lascas de vidro que
    compunham um grande mosaico colorido, em frente da fortaleza,
    soltaram-se e voaram rodopiando pelo ar como moedas a
    ressaltarem num tambor. Lá em cima, duas portadas de uma janela
    do edifício abriram-se e fecharam-se ruidosamente.
    Arya acompanhou Saphira e os seus longos cabelos negros
    ondularam selvaticamente em torno do rosto angular, ao saltar da
    pilha de cascalho. Tinha os braços e o pescoço salpicados de sangue
    e a lâmina da espada manchada de sangue seco. Ao aterrar no
    pátio, os seus sapatos produziram um ruído suave de cabedal a
    roçar na pedra.
    A sua presença encorajou Eragon, pois era quem mais desejava
    ter junto de si e de Saphira, a lutar. Considerava-a a parceira
    perfeita para o proteger.
    Sorriu-lhe brevemente e Arya retribuiu-lhe de igual modo, com
    uma expressão feroz e jovial. Em combate a sua postura reservada
    dava lugar a uma abertura que raramente revelava noutros
    momentos.
    Eragon escondeu-se atrás do escudo ao ver surgir uma cortina
    ondulante de chamas azuis entre eles. Por baixo do aro do elmo viu
    Saphira banhar os soldados encolhidos numa torrente de chamas
    que fluíam em torno deles, sem contudo lhes tocar.
    Uma série de arqueiros nas ameias da fortaleza dispararam
    uma saraivada de flechas a Saphira. O calor por cima dela era de tal
    forma intenso que algumas das flechas incendiaram-se em pleno ar,
    nada restando delas para além de cinzas. As outras foram desviadas
    pelos feitiços de proteção que Eragon erguera em torno de Saphira.
    Uma flecha perdida ricocheteou no escudo de Eragon, com um ruído
    surdo, amolgando-o.
    A coluna de chamas envolveu, de súbito, três dos soldados,
    matando-os tão rapidamente que estes não tiveram sequer tempo
    para gritar. Os outros soldados agruparam-se no centro do inferno
    de chamas. As pontas das lanças e os piques refletiam clarões de luz
    azul-clara.
    Por muito que tentasse, Saphira não conseguia sequer
    chamuscar os sobreviventes, acabando por desistir de o fazer e
    cerrando definitivamente as mandíbulas com um estalido seco. Na
    ausência do fogo, o pátio ficou assustadoramente silencioso.
    Eragon deduziu que, tal conto antes, quem concedera os
    feitiços de proteção aos soldados devia ser um feiticeiro hábil e
    poderoso. “Teria sido Murtagh?”, pensou. Se assim fosse, porque
    não estava ele ali com Thorn a defender Belatona? Galbatorix não se
    preocupa em manter o controle das suas cidades?
    Eragon correu para diante, cortando o topo de uma dúzia de
    alabardas com um único golpe de Brisingr, tão facilmente como
    quando cortava a cabeça das sementes dos talos de cevada, em
    criança. Golpeou o soldado mais próximo no peito e cortou-lhe a
    cota de malha como se fosse feita de pano fino. O sangue jorrou em
    torrente. Eragon atingiu o soldado seguinte, golpeou o soldado à sua
    esquerda com o escudo e atirou-o contra três dos seus
    companheiros, derrubando-os.
    As reações dos soldados pareciam-lhe lentas e desajeitadas,
    enquanto se movia por entre as suas hostes, golpeando-os
    impunemente. Saphira envolvera-se num combate sua esquerda –
    golpeando os soldados no ar, com as enormes patas, chicoteando-os
    com a cauda de espigões, mordendo-os e matando-os com uma
    sacudidela da cabeça. Enquanto isso, à sua direita, Arya era como
    uma mancha de movimento e cada golpe da sua espada assinalava
    a morte de um vassalo do império. Quando Eragon se virou para se
    esquivar de duas lanças, viu que Blödhgarm, o elfo coberto de pelo,
    e os outros onze elfos destacados para o proteger a ele e a Saphira o
    seguiam de perto.
    Mais atrás, os Varden entravam aos magotes no pátio, através
    da brecha na muralha exterior do castelo, mas decidiram não
    atacar, pois era demasiado perigoso aproximarem-se de Saphira.
    Nem ela nem Eragon ou os elfos precisavam de ajuda para se
    desembaraçarem dos soldados.
    Pouco depois, o combate separou Eragon de Saphira, levandoos
    para extremos opostos do pátio, mas Eragon não estava
    preocupado. Mesmo sem as suas proteções Saphira estava mais do
    que apta a derrotar um grupo de vinte ou trinta humanos, sozinha.
    Uma lança resvalou no escudo de Eragon, ferindo-lhe o ombro,
    e Eragon virou-se para o seu atacante, um homem enorme cheio de
    cicatrizes, sem os dentes da frente no maxilar inferior, e correu na
    direção dele. O homem tentou tirar uma adaga do cinto, mas no
    último instante, Eragon torceu-se, retesou os braços e o peito,
    batendo no esterno do homem com o ombro dorido.
    O soldado foi projetado vários metros para trás, com a força do
    impacto, e caiu agarrado ao coração.
    Depois, uma saraivada de flechas de penas negras precipitou-se
    sobre eles, matando ou ferindo muitos dos soldados. Eragon
    escondeu-se para se proteger dos projéteis, cobrindo-se com o
    escudo, embora estivesse confiante de que a sua magia o iria
    proteger. Não seria bom tornar-se descuidado, pois qualquer
    feiticeiro inimigo poderia disparar uma flecha encantada, capaz de
    penetrar nas proteções.
    Um sorriso amargo desenhou-se nos lábios. Os arqueiros, lá em
    cima, tinham percebido que a sua única esperança de vitória era
    matar Eragon e os elfos, independentemente do numero de homens
    que tivessem de sacrificar.
    “Demasiado tarde”, pensou Eragon, com uma satisfação
    sinistra. Deviam ter abandonado o Império enquanto ainda podiam.
    O violento e ruidoso ataque das flechas, permitiu-lhe
    descansar, um momento que acolheu de bom grado. O ataque à
    cidade começara ao romper do dia e ele e Saphira tinham passado
    todo o tempo na frente de batalha.
    Assim que as flechas cessaram, Eragon passou Brisingr para a
    mão esquerda, apanhou uma das lanças dos soldados e
    arremessou-a aos arqueiros, que estavam doze metros acima. Como
    já antes concluíra, era necessário ter uma prática considerável para
    arremessar lanças com precisão, por isso não o surpreendeu não
    atingir o homem ao qual a apontara. O que o surpreendeu foi o fato
    de não atingir nenhum dos arqueiros alinhados nas ameias. A lança
    passou por eles e estilhaçou-se na muralha do castelo, por cima da
    sua cabeça. Os arqueiros riram-se e desdenharam dele, fazendo-lhe
    gestos grosseiros.
    Um movimento rápido na sua visão periférica chamou-lhe a
    atenção e ele virou-se ainda a tempo de ver Arya arremessar a sua
    lança aos arqueiros e empalar dois que estavam lado a lado. Arya
    apontou depois para os homens com a espada e disse:
    — Brisingr! — e a lança irrompeu em chamas verde-esmeralda.
    Os arqueiros recuaram para longe dos cadáveres em chamas e,
    fugiram das ameias como se fossem um só, aglomerando-se junto
    das entradas que conduziam aos andares de cima do castelo.
    — Isso não é justo — disse Eragon. — A minha espada desata a
    arder como uma fogueira sempre que uso esse feitiço.
    Arya olhou-o com um ar vagamente divertido.
    A luta prosseguiu durante mais alguns minutos, durante os
    quais os soldados que restavam, renderam-se ou tentaram fugir.
    Eragon permitiu que os cinco homens que tinha diante de si
    fugissem, pois sabia que não iriam longe. Depois de um rápido
    exame aos corpos estendidos em seu redor, para confirmar se
    estavam de fato mortos, olhou para o outro lado do pátio. Alguns
    dos Varden tinham aberto o portão da muralha exterior e estavam a
    transportar um aríete ao longo da rua que conduzia ao castelo.
    Outros reuniam-se em filas irregulares junto à porta da fortaleza,
    prontos para entrar no castelo e defrontar os soldados no interior.
    Entre eles estava Roran, o primo de Eragon, a gesticular com o
    martelo que trazia sempre consigo, enquanto dava ordens ao
    destacamento que comandava. Saphira estava agachada sobre os
    cadáveres das suas vítimas, do lado oposto do pátio, com um
    perfeito caos em seu redor. Tinha gotas de sangue agarradas às
    escamas semelhantes a jóias. As manchas vermelhas contrastavam
    assombrosamente com o azul do seu corpo. Atirou a cabeça
    espinhosa para trás e rugiu triunfante, abafando o alarido da cidade
    com a ferocidade do seu grito.
    Depois, Eragon ouviu a trepidação de engrenagens e correntes,
    no interior do castelo, seguida do ruído de pesadas traves de
    madeira a arranharem umas nas outras, ao serem puxadas para
    trás. Os ruídos chamaram a atenção de todos para as portas da
    fortaleza.
    As portas separaram-se, abrindo com um estrondo seco. Uma
    espessa nuvem de fumo oriunda das tochas acesas no interior
    ondulou para o exterior, provocando tosse aos Varden que estavam
    mais próximos e obrigando-os a cobrir o rosto. Algures, nas
    profundezas da escuridão, ouviu-se o matraquear de cascos ferrados
    nas pedras do pavimento, e depois um cavalo e um cavaleiro
    irromperam do meio do fumo. O cavaleiro empunhava algo na mão
    esquerda que Eragon, a princípio, julgou ser uma lança vulgar, mas
    depressa reparou que era feita de um estranho material verde e
    tinha uma lâmina serrilhada, forjada num padrão desconhecido.
    Um ligeiro brilho envolvia a ponta da lança, uma luz, pouco natural
    que denunciava a presença de magia.
    O cavaleiro puxou pelas rédeas e guiou o cavalo na direção de
    Saphira que se empinou nas patas traseiras, preparando-se para
    desferir um terrível golpe mortal com a pata dianteira direita.
    A preocupação dominou Eragon. O cavaleiro parecia demasiado
    confiante e a lança era demasiado diferente e assustadora. Embora
    estivesse supostamente protegida pelas suas defesas, Eragon tinha
    a certeza de que Saphira corria perigo de vida.
    “Não vou conseguir alcançá-la a tempo”, concluiu. Dirigiu os
    seus pensamentos para o cavaleiro, mas o homem estava de tal
    forma concentrado na sua missão que nem sequer deu pela
    presença de Eragon e sua concentração inabalável permitiu apenas
    que Eragon acedesse superficialmente à sua consciência. Fechandose
    em si mesmo, Eragon reviu meia dúzia de palavras da língua
    antiga e compôs um feitiço simples para imobilizar o cavalo de
    guerra, que avançava a galope. Era um ato de desespero, pois
    Eragon, não sabia se o cavaleiro também era feiticeiro, nem que
    precauções tomara para evitar ser atacado por magia – mas não
    estava disposto a ficar ali parado, estando a vida de Saphira em
    perigo.
    Encheu os pulmões de ar, recordando a si mesmo a
    pronunciação correta de alguns sons mais difíceis na língua antiga,
    e depois abriu a boca para proferir o feitiço.
    Foi rápido, mas os elfos foram ainda mais rápidos, e antes que
    ele...

    [Fim do trecho disponibilizado pela Leya]
    ___________________________________________________________________________

    [Trecho disponibilizado pela Amazon e traduzido, não se sabe
    em que parte do livro se encaixa.]


    O som era esfaquear, cortar, tremores, como o metal
    arranhando pedra. Os dentes de Eragon vibraram em solidariedade
    e ele tapou os ouvidos com as mãos, fazendo uma careta quando ele
    virou, tentando localizar a fonte do ruído. Saphira jogou a cabeça, e
    mesmo em meio à algazarra, ele ouviu sua lamentação em angústia.
    Eragon correu o seu olhar sobre o pátio duas vezes antes de
    perceber um sopro tênue de poeira subindo a parede da torre do
    castelo de uma fenda de metros largura que tinha aparecido sob a
    janela enegrecida, parcialmente destruída, onde Blödhgarm matou o
    mágico. Como o guincho aumentava de intensidade, Eragon
    arriscou levantar uma mão fora uma orelha para apontar para a
    fenda.
    — Olhe! — Ele gritou para Arya, que acenou com a cabeça em
    reconhecimento. Ele recolocou a mão no ouvido.
    Sem aviso ou preâmbulo, o som parou.
    Eragon esperou por um momento, então lentamente baixou as
    mãos, por uma vez desejando que seus ouvidos não fossem tão
    sensíveis.
    Assim que ele fez, a fenda se sacudiu mais aberta — até que foi
    se espalhando vários metros de diâmetro — e correu para baixo da
    parede do castelo. Como um raio, a fenda bateu e quebrou a pedra
    angular sobre a porta para a construção, despejando no andar de
    baixo, seixos do tamanho de rochas. O castelo inteiro gemia, e da
    janela danificada para a base, a frente do castelo começou a
    inclinar-se para fora.
    — Corram! — Eragon gritou para os Varden, embora os homens
    já estivessem se espalhando para ambos os lados do pátio,
    desesperados para sair de debaixo da parede precária. Eragon deu
    um passo à frente, cada músculo em seu corpo tenso enquanto
    procurava um vislumbre de Roran em algum lugar da multidão de
    guerreiros.
    Eragon finalmente o viu, preso atrás do último grupo de
    homens perto da porta, gritando loucamente para eles, suas
    palavras perdidas na confusão. Então a parede deslocou e caiu
    vários centímetros, inclinando-se ainda mais longe do resto do
    prédio, acertando Roran com uma saraivada de pedras, deixando-o
    fora de equilíbrio e forçando-o a tropeçar para trás sob o beiral da
    porta.
    Enquanto Roran se endireitava por estar agachado, seus olhos
    encontraram os de Eragon, e em seu olhar, Eragon viu um flash de
    medo e desamparo, rapidamente seguido pela resignação, como se
    Roran soubesse que, não importaria o quão rápido ele corresse, ele
    não poderia alcançar a segurança à tempo.
    Um sorriso tocou os lábios de Roran.
    E a parede caiu.

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    Valerinha
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Sex Out 28, 2011 9:56 am

    Gostei!!!!!
    Valeu Vreil!!!!

    Eu upei pelo megaupload, quem quiser segue abaixo o link:


    http://www.*megaupload*.com/*?d=43XAXZGZ

    Retirem os asteriscos.
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Saphira-Gabi em Sex Out 28, 2011 12:25 pm

    FALTAM 10 DIAS para o lançamento do livro mais aguardado do ano...
    ja esta quase, mas este quase e o que custa mais...

    bom, um dono de uma livraria disse que ele nao sabe de nehuma previsão de lançamento... Mad

    espero que ele esteja errado. ja esperamos demais para esse livro


    mas vale lembrar que esse é o lançamento lá nos EUA
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Cloud XXIII em Sab Out 29, 2011 10:46 am

    Saphira-Gabi escreveu:
    FALTAM 10 DIAS para o lançamento do livro mais aguardado do ano...
    ja esta quase, mas este quase e o que custa mais...

    bom, um dono de uma livraria disse que ele nao sabe de nehuma previsão de lançamento... Mad

    espero que ele esteja errado. ja esperamos demais para esse livro


    mas vale lembrar que esse é o lançamento lá nos EUA

    A data em Portugal é a mesma que nos EUA já no Brasil nao sei. Ainda bem que sou Portugues
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Sab Out 29, 2011 5:13 pm

    Sério que vai sair primeiro em Portugal!??!?!?!
    Sempre soube que saia primeiro no Brasil....
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por vreil em Dom Out 30, 2011 9:06 am

    sim, aqui em portugal e no mesmo dia que nos EUA, agora no brasil, nao sei nas na mafia dos livros disseram que nao sabiam qd seria o lançamento porque a rocco entrou em falencia ou coisa do genero
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Helu em Dom Out 30, 2011 2:24 pm

    a rocco em falência????? O.o como assim??

    pultz, será que chega até o natal ou fica pro ano que vem?
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    Saphira-Gabi
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Saphira-Gabi em Dom Out 30, 2011 2:49 pm

    o cara disse que é ou pro Natal ou pro ano que vem

    para mim é duro acreditar Mad

    acho que a rocco nao deve ta em falencia nao deve ser alguma coisa do genero, afinal:
    ela deve ter ficado quadrilionária so com os livros do HP e eles nao param de vender nunca!
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    vreil
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por vreil em Qua Nov 02, 2011 8:41 am

    ja recebi newsletter da media books, quem quiser ir ver o site da media books o livro, deixo o link abaixo:
    Clica aqui


    Solitary
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Solitary em Qua Nov 02, 2011 9:02 am

    vreil.. Esses livros estão traduzidos já??
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Alan V. em Qua Nov 02, 2011 10:28 am

    Em Portugal vai sair junto com o lançamento, entao ja deve ta traduzido.
    O problema é aqui no Brasil, a ROCCO nem se manifestou ainda.
    Eu espero que ate o Natal esteja sendo lançado no Brasil, mas acho dificil.

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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Solitary em Qua Nov 02, 2011 4:21 pm

    ummm.... vlw
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    Anilyan
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Anilyan em Qui Nov 03, 2011 1:34 pm

    vreil escreveu:FALTAM 10 DIAS para o lançamento do livro mais aguardado do ano...
    ja esta quase, mas este quase e o que custa mais...

    deixo em spoiler, um bocado do 1º capitulo (Fonte: mafia dos livros)
    para acalmar ou aumentar a ansiedade deste tao aguardado livro
    pelo que li o livro promete, o que fez crecer a minha ansiedade, mal posso esperar por velo na livraria a espera que eu o compre

    Spoiler:
    A Brecha
    O dragão Saphira rugiu e os soldados diante dela encolheramse,
    — Digam comigo! – gritou Eragon, levantando Brisingr acima da
    cabeça e erguendo-a bem alto no ar, para que todos a vissem. A
    espada azul irradiou um brilho, intenso, iridescente, em contraste
    absoluto com a parede de nuvens negras que se estava a formar a
    Oeste. – Pelos Varden!
    Uma flecha passou perto dele com um zunido, mas ele não lhe
    deu importância.
    Os guerreiros reunidos na base do amontoado de entulho, em
    cima do qual se encontravam Eragon e Saphira, responderam-lhe
    em uníssono, gritando a plenos pulmões:
    — Pelos Varden! — estrondearam, brandindo as suas armas e
    subindo, de imediato, pelos blocos de pedra caídos.
    Eragon virou costas aos homens. Do outro lado do amontoado
    de pedras havia um grande pátio. Cerca de duas centenas de
    soldados do Império estavam reunidos no interior. Atrás deles
    erguia-se uma fortaleza escura, com janelas estreitas como fendas e
    várias torres quadradas; a mais alta tinha uma lanterna acesa
    numa das salas superiores. Eragon sabia que Lord Bradburn, o
    governador de Belatona – a cidade que os Varden queriam
    conquistar e pela qual lutavam há longas horas – estava algures
    dentro da fortaleza.
    Eragon gritou e saltou da pilha de cascalho, em direção aos
    soldados. Os homens recuaram atrapalhadamente, embora
    mantivessem as lanças e os piques apontados para a brecha
    irregular que Saphira abrira na muralha exterior do castelo.
    Eragon torceu o tornozelo direito ao cair, aterrando de joelhos e
    apoiando-se no chão com a mão que empunhava a espada.
    Um dos soldados aproveitou para correr para fora da formação
    e tentou golpear a garganta exposta de Eragon com a lança.
    Eragon aparou o golpe com um movimento brusco do pulso,
    brandindo Brisingr com demasiada rapidez para os olhos de um
    humano ou de um elfo. Ao aperceber-se do seu erro, o soldado
    empalideceu de pavor e tentou fugir, mas conseguiu apenas moverse
    uns escassos centímetros antes de Eragon, o atacar e atingir no
    ventre.
    Saphira saltou para o pátio, atrás de Eragon, expelindo um jato
    de chamas azuis e amarelas. Ele baixou-se, firmando as pernas,
    quando o dragão embateu no chão pavimentado. Todo o pátio
    estremeceu com o impacto. Grande parte das lascas de vidro que
    compunham um grande mosaico colorido, em frente da fortaleza,
    soltaram-se e voaram rodopiando pelo ar como moedas a
    ressaltarem num tambor. Lá em cima, duas portadas de uma janela
    do edifício abriram-se e fecharam-se ruidosamente.
    Arya acompanhou Saphira e os seus longos cabelos negros
    ondularam selvaticamente em torno do rosto angular, ao saltar da
    pilha de cascalho. Tinha os braços e o pescoço salpicados de sangue
    e a lâmina da espada manchada de sangue seco. Ao aterrar no
    pátio, os seus sapatos produziram um ruído suave de cabedal a
    roçar na pedra.
    A sua presença encorajou Eragon, pois era quem mais desejava
    ter junto de si e de Saphira, a lutar. Considerava-a a parceira
    perfeita para o proteger.
    Sorriu-lhe brevemente e Arya retribuiu-lhe de igual modo, com
    uma expressão feroz e jovial. Em combate a sua postura reservada
    dava lugar a uma abertura que raramente revelava noutros
    momentos.
    Eragon escondeu-se atrás do escudo ao ver surgir uma cortina
    ondulante de chamas azuis entre eles. Por baixo do aro do elmo viu
    Saphira banhar os soldados encolhidos numa torrente de chamas
    que fluíam em torno deles, sem contudo lhes tocar.
    Uma série de arqueiros nas ameias da fortaleza dispararam
    uma saraivada de flechas a Saphira. O calor por cima dela era de tal
    forma intenso que algumas das flechas incendiaram-se em pleno ar,
    nada restando delas para além de cinzas. As outras foram desviadas
    pelos feitiços de proteção que Eragon erguera em torno de Saphira.
    Uma flecha perdida ricocheteou no escudo de Eragon, com um ruído
    surdo, amolgando-o.
    A coluna de chamas envolveu, de súbito, três dos soldados,
    matando-os tão rapidamente que estes não tiveram sequer tempo
    para gritar. Os outros soldados agruparam-se no centro do inferno
    de chamas. As pontas das lanças e os piques refletiam clarões de luz
    azul-clara.
    Por muito que tentasse, Saphira não conseguia sequer
    chamuscar os sobreviventes, acabando por desistir de o fazer e
    cerrando definitivamente as mandíbulas com um estalido seco. Na
    ausência do fogo, o pátio ficou assustadoramente silencioso.
    Eragon deduziu que, tal conto antes, quem concedera os
    feitiços de proteção aos soldados devia ser um feiticeiro hábil e
    poderoso. “Teria sido Murtagh?”, pensou. Se assim fosse, porque
    não estava ele ali com Thorn a defender Belatona? Galbatorix não se
    preocupa em manter o controle das suas cidades?
    Eragon correu para diante, cortando o topo de uma dúzia de
    alabardas com um único golpe de Brisingr, tão facilmente como
    quando cortava a cabeça das sementes dos talos de cevada, em
    criança. Golpeou o soldado mais próximo no peito e cortou-lhe a
    cota de malha como se fosse feita de pano fino. O sangue jorrou em
    torrente. Eragon atingiu o soldado seguinte, golpeou o soldado à sua
    esquerda com o escudo e atirou-o contra três dos seus
    companheiros, derrubando-os.
    As reações dos soldados pareciam-lhe lentas e desajeitadas,
    enquanto se movia por entre as suas hostes, golpeando-os
    impunemente. Saphira envolvera-se num combate sua esquerda –
    golpeando os soldados no ar, com as enormes patas, chicoteando-os
    com a cauda de espigões, mordendo-os e matando-os com uma
    sacudidela da cabeça. Enquanto isso, à sua direita, Arya era como
    uma mancha de movimento e cada golpe da sua espada assinalava
    a morte de um vassalo do império. Quando Eragon se virou para se
    esquivar de duas lanças, viu que Blödhgarm, o elfo coberto de pelo,
    e os outros onze elfos destacados para o proteger a ele e a Saphira o
    seguiam de perto.
    Mais atrás, os Varden entravam aos magotes no pátio, através
    da brecha na muralha exterior do castelo, mas decidiram não
    atacar, pois era demasiado perigoso aproximarem-se de Saphira.
    Nem ela nem Eragon ou os elfos precisavam de ajuda para se
    desembaraçarem dos soldados.
    Pouco depois, o combate separou Eragon de Saphira, levandoos
    para extremos opostos do pátio, mas Eragon não estava
    preocupado. Mesmo sem as suas proteções Saphira estava mais do
    que apta a derrotar um grupo de vinte ou trinta humanos, sozinha.
    Uma lança resvalou no escudo de Eragon, ferindo-lhe o ombro,
    e Eragon virou-se para o seu atacante, um homem enorme cheio de
    cicatrizes, sem os dentes da frente no maxilar inferior, e correu na
    direção dele. O homem tentou tirar uma adaga do cinto, mas no
    último instante, Eragon torceu-se, retesou os braços e o peito,
    batendo no esterno do homem com o ombro dorido.
    O soldado foi projetado vários metros para trás, com a força do
    impacto, e caiu agarrado ao coração.
    Depois, uma saraivada de flechas de penas negras precipitou-se
    sobre eles, matando ou ferindo muitos dos soldados. Eragon
    escondeu-se para se proteger dos projéteis, cobrindo-se com o
    escudo, embora estivesse confiante de que a sua magia o iria
    proteger. Não seria bom tornar-se descuidado, pois qualquer
    feiticeiro inimigo poderia disparar uma flecha encantada, capaz de
    penetrar nas proteções.
    Um sorriso amargo desenhou-se nos lábios. Os arqueiros, lá em
    cima, tinham percebido que a sua única esperança de vitória era
    matar Eragon e os elfos, independentemente do numero de homens
    que tivessem de sacrificar.
    “Demasiado tarde”, pensou Eragon, com uma satisfação
    sinistra. Deviam ter abandonado o Império enquanto ainda podiam.
    O violento e ruidoso ataque das flechas, permitiu-lhe
    descansar, um momento que acolheu de bom grado. O ataque à
    cidade começara ao romper do dia e ele e Saphira tinham passado
    todo o tempo na frente de batalha.
    Assim que as flechas cessaram, Eragon passou Brisingr para a
    mão esquerda, apanhou uma das lanças dos soldados e
    arremessou-a aos arqueiros, que estavam doze metros acima. Como
    já antes concluíra, era necessário ter uma prática considerável para
    arremessar lanças com precisão, por isso não o surpreendeu não
    atingir o homem ao qual a apontara. O que o surpreendeu foi o fato
    de não atingir nenhum dos arqueiros alinhados nas ameias. A lança
    passou por eles e estilhaçou-se na muralha do castelo, por cima da
    sua cabeça. Os arqueiros riram-se e desdenharam dele, fazendo-lhe
    gestos grosseiros.
    Um movimento rápido na sua visão periférica chamou-lhe a
    atenção e ele virou-se ainda a tempo de ver Arya arremessar a sua
    lança aos arqueiros e empalar dois que estavam lado a lado. Arya
    apontou depois para os homens com a espada e disse:
    — Brisingr! — e a lança irrompeu em chamas verde-esmeralda.
    Os arqueiros recuaram para longe dos cadáveres em chamas e,
    fugiram das ameias como se fossem um só, aglomerando-se junto
    das entradas que conduziam aos andares de cima do castelo.
    — Isso não é justo — disse Eragon. — A minha espada desata a
    arder como uma fogueira sempre que uso esse feitiço.
    Arya olhou-o com um ar vagamente divertido.
    A luta prosseguiu durante mais alguns minutos, durante os
    quais os soldados que restavam, renderam-se ou tentaram fugir.
    Eragon permitiu que os cinco homens que tinha diante de si
    fugissem, pois sabia que não iriam longe. Depois de um rápido
    exame aos corpos estendidos em seu redor, para confirmar se
    estavam de fato mortos, olhou para o outro lado do pátio. Alguns
    dos Varden tinham aberto o portão da muralha exterior e estavam a
    transportar um aríete ao longo da rua que conduzia ao castelo.
    Outros reuniam-se em filas irregulares junto à porta da fortaleza,
    prontos para entrar no castelo e defrontar os soldados no interior.
    Entre eles estava Roran, o primo de Eragon, a gesticular com o
    martelo que trazia sempre consigo, enquanto dava ordens ao
    destacamento que comandava. Saphira estava agachada sobre os
    cadáveres das suas vítimas, do lado oposto do pátio, com um
    perfeito caos em seu redor. Tinha gotas de sangue agarradas às
    escamas semelhantes a jóias. As manchas vermelhas contrastavam
    assombrosamente com o azul do seu corpo. Atirou a cabeça
    espinhosa para trás e rugiu triunfante, abafando o alarido da cidade
    com a ferocidade do seu grito.
    Depois, Eragon ouviu a trepidação de engrenagens e correntes,
    no interior do castelo, seguida do ruído de pesadas traves de
    madeira a arranharem umas nas outras, ao serem puxadas para
    trás. Os ruídos chamaram a atenção de todos para as portas da
    fortaleza.
    As portas separaram-se, abrindo com um estrondo seco. Uma
    espessa nuvem de fumo oriunda das tochas acesas no interior
    ondulou para o exterior, provocando tosse aos Varden que estavam
    mais próximos e obrigando-os a cobrir o rosto. Algures, nas
    profundezas da escuridão, ouviu-se o matraquear de cascos ferrados
    nas pedras do pavimento, e depois um cavalo e um cavaleiro
    irromperam do meio do fumo. O cavaleiro empunhava algo na mão
    esquerda que Eragon, a princípio, julgou ser uma lança vulgar, mas
    depressa reparou que era feita de um estranho material verde e
    tinha uma lâmina serrilhada, forjada num padrão desconhecido.
    Um ligeiro brilho envolvia a ponta da lança, uma luz, pouco natural
    que denunciava a presença de magia.
    O cavaleiro puxou pelas rédeas e guiou o cavalo na direção de
    Saphira que se empinou nas patas traseiras, preparando-se para
    desferir um terrível golpe mortal com a pata dianteira direita.
    A preocupação dominou Eragon. O cavaleiro parecia demasiado
    confiante e a lança era demasiado diferente e assustadora. Embora
    estivesse supostamente protegida pelas suas defesas, Eragon tinha
    a certeza de que Saphira corria perigo de vida.
    “Não vou conseguir alcançá-la a tempo”, concluiu. Dirigiu os
    seus pensamentos para o cavaleiro, mas o homem estava de tal
    forma concentrado na sua missão que nem sequer deu pela
    presença de Eragon e sua concentração inabalável permitiu apenas
    que Eragon acedesse superficialmente à sua consciência. Fechandose
    em si mesmo, Eragon reviu meia dúzia de palavras da língua
    antiga e compôs um feitiço simples para imobilizar o cavalo de
    guerra, que avançava a galope. Era um ato de desespero, pois
    Eragon, não sabia se o cavaleiro também era feiticeiro, nem que
    precauções tomara para evitar ser atacado por magia – mas não
    estava disposto a ficar ali parado, estando a vida de Saphira em
    perigo.
    Encheu os pulmões de ar, recordando a si mesmo a
    pronunciação correta de alguns sons mais difíceis na língua antiga,
    e depois abriu a boca para proferir o feitiço.
    Foi rápido, mas os elfos foram ainda mais rápidos, e antes que
    ele...

    [Fim do trecho disponibilizado pela Leya]
    ___________________________________________________________________________

    [Trecho disponibilizado pela Amazon e traduzido, não se sabe
    em que parte do livro se encaixa.]


    O som era esfaquear, cortar, tremores, como o metal
    arranhando pedra. Os dentes de Eragon vibraram em solidariedade
    e ele tapou os ouvidos com as mãos, fazendo uma careta quando ele
    virou, tentando localizar a fonte do ruído. Saphira jogou a cabeça, e
    mesmo em meio à algazarra, ele ouviu sua lamentação em angústia.
    Eragon correu o seu olhar sobre o pátio duas vezes antes de
    perceber um sopro tênue de poeira subindo a parede da torre do
    castelo de uma fenda de metros largura que tinha aparecido sob a
    janela enegrecida, parcialmente destruída, onde Blödhgarm matou o
    mágico. Como o guincho aumentava de intensidade, Eragon
    arriscou levantar uma mão fora uma orelha para apontar para a
    fenda.
    — Olhe! — Ele gritou para Arya, que acenou com a cabeça em
    reconhecimento. Ele recolocou a mão no ouvido.
    Sem aviso ou preâmbulo, o som parou.
    Eragon esperou por um momento, então lentamente baixou as
    mãos, por uma vez desejando que seus ouvidos não fossem tão
    sensíveis.
    Assim que ele fez, a fenda se sacudiu mais aberta — até que foi
    se espalhando vários metros de diâmetro — e correu para baixo da
    parede do castelo. Como um raio, a fenda bateu e quebrou a pedra
    angular sobre a porta para a construção, despejando no andar de
    baixo, seixos do tamanho de rochas. O castelo inteiro gemia, e da
    janela danificada para a base, a frente do castelo começou a
    inclinar-se para fora.
    — Corram! — Eragon gritou para os Varden, embora os homens
    já estivessem se espalhando para ambos os lados do pátio,
    desesperados para sair de debaixo da parede precária. Eragon deu
    um passo à frente, cada músculo em seu corpo tenso enquanto
    procurava um vislumbre de Roran em algum lugar da multidão de
    guerreiros.
    Eragon finalmente o viu, preso atrás do último grupo de
    homens perto da porta, gritando loucamente para eles, suas
    palavras perdidas na confusão. Então a parede deslocou e caiu
    vários centímetros, inclinando-se ainda mais longe do resto do
    prédio, acertando Roran com uma saraivada de pedras, deixando-o
    fora de equilíbrio e forçando-o a tropeçar para trás sob o beiral da
    porta.
    Enquanto Roran se endireitava por estar agachado, seus olhos
    encontraram os de Eragon, e em seu olhar, Eragon viu um flash de
    medo e desamparo, rapidamente seguido pela resignação, como se
    Roran soubesse que, não importaria o quão rápido ele corresse, ele
    não poderia alcançar a segurança à tempo.
    Um sorriso tocou os lábios de Roran.
    E a parede caiu.


    concordo em tudo! Nunca tinha visto esse primeiro excerto... pode mandar-me o link exacto da pág web em que o encontrou, procurei na net e nada
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    vreil
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por vreil em Qui Nov 03, 2011 2:03 pm

    a prte da leia podes ve-lo no link
    http://www.mediabooks.com/catalogo/detalhes_produto.php?id=54222
    e depois clicas em "ver por dentro", passas umas quantas paginas aparareçe: A BRECHA
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    Anilyan
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Anilyan em Qui Nov 03, 2011 5:36 pm

    BIGADA!
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Sex Nov 04, 2011 10:24 am

    Faltam 4 dias!!!!!!!

    aiaiaiiaiaiai!!!!!!!!!!!!!!!1
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    tuliosujo
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por tuliosujo em Dom Nov 06, 2011 6:52 pm

    galera
    tava veno umas coisas aqui e acabei achando isso:
    http://www.sobrelivros.com.br/previsao-de-lancamento-para-inheritance-de-chistopher-paolini-no-brasil/
    ta falando q o livro aqui no brasil só deve sair pro 1º semestre de 2012
    na minha assinatura eu vo deixar um print da twitagem da editora rocco
    espero q com isso nos posamos ficar mais calmos
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    Valerinha
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Dom Nov 06, 2011 9:21 pm

    Eu tinha visto isso,, mas esperava que fosse apenas boato, mas meusmedos estão se confirmando...só leremos esse livro no ano que vem...ai ai
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    tuliosujo
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por tuliosujo em Dom Nov 06, 2011 10:05 pm

    é
    agora entrando em um assunto mais tenso
    quanto sera q ele vai custar??
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    Valerinha
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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Valerinha em Seg Nov 07, 2011 9:57 am

    Olhe, eu imagino que deva ficar na faixa do R$60,00. Pelo menos assim espero.

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    Re: DATA OFICIAL!!!!!!!

    Mensagem por Solitary em Seg Nov 07, 2011 11:59 am

    Um dia!!!!!!!!!!!!!!!!

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