a maldição (Francisco Esteves Neto)

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    a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por francisco neto em Seg Ago 06, 2012 7:53 pm

    prologo:prisão de sombras



    O dragão negro se encolheu de raiva novamente, ele não conseguira dormir pensando em
    como se vingaria do mundo que ousou desafia-lo, o mundo que ousou bani-lo para aquele local miserável onde é sempre noite e não há estrelas, aquele lugar deserto
    onde ele ficou preso durante os últimos mil anos.
    Seu corpo tremia de raiva, sua pele parecia queimar eternamente,aquela dor horrível,
    que lhe afligia servia de estimulo para se vingar.

    eu não acho que está bom mas se vcs quiserem eu posso postar o resto do prologo
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    Anilyan
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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por Anilyan em Qui Ago 23, 2012 12:16 pm

    eu acho bom, fiquei bem curiosa e não costumo encontrar muitos coisas sobre dragões. Por mim pode continuar
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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por Saphira-Gabi em Sex Ago 24, 2012 3:26 pm

    o prólogo é bem legal! continua aí!
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    eu dei uma melhorada no texto espero achem que melhorou.la vai:

    Mensagem por francisco neto em Sex Maio 17, 2013 10:16 pm

    O dragão negro olhou para o céu escuro pensando em sua vingança talvez pela milionésima quinta vez naquela manhã, ele havia prometido que iria se vingar dos petulantes que o traíram aqueles vermes que ousaram desafia-lo e manda-lo para aquela prisão deplorável e solitária para a qual ele havia sido mandado a mil anos atrás graças á ajuda de seu próprio irmão.”todos eles vão pagar,principalmente Ederar aquele traidor miserável,nem mesmo a seu próprio sangue ele respeita” –pensou a besta enquanto o ódio em seu coração crescia além dos limites imagináveis por qualquer ser- vivo –“Aquele patife tolo e arrogante, eu lhe dei tudo,deixei-o sentar se a minha direita e liderar metade dos nossos na hora da batalha,porém ele preferiu ajudar aqueles insetos chamados de humanos a me capturar e depois quando a força deles não foi suficiente,se aliou aqueles demônios de orelha pontuda os malditos elfos,mas ele vai me pagar,oh se vai,eu vou faze-lo sentir em um dia a dor que eu senti por todos estes anos nesta prisão maldita aonde não há comida ou água,aonde eu sinto frio,fome,sede e dor sem poder morrer, aonde a idéia da morte me parece doce como o mel,aonde somente a necessidade de vingança não me deixa sucumbir a loucura!”
    O dragão rugiu e lançou suas poderosas patas ao alto enquanto lançava uma aterradora rajada de chamas em direção ao céu como se pudesse destruí-lo com isto. Depois de seu acesso de loucura voltou a deitar-se e elaborar sua vingança desde o início polindo cada detalhe, concertando cada falha cuidadosamente como se pudesse com um único erro destruir tudo o que planejou para seu retorno,pois ele iria voltar sim,a cada dia a magia que o prende fica mais fraca enquanto a pedra que a mantém perde a sua conexão com os deuses.Após ter ficado satisfeito com o seu trabalho voltou a seu estado de transe no qual via toda a sua vida dês de o início até o dia atual,naquele lugar não havia sono,apenas um estado se transe no qual o dragão entrava quando não agüentava mais ficar de pé,e mesmo assim ele continuava cansado como nunca se sentiu antes.
    Porém desta vez ele deitou-se com um sorriso perverso no rosto,já estava pronto o seu plano agora era só uma questão de bota-lo em pratica e tudo estaria acabado não haveriam mais anões,humanos,elfos,deuses ou qualquer outra criatura viva além de dragões e suas caças sobre Velcat e sobre o mundo.
    -eu sou Eldor rei dos dragões e filho do próprio deus Mirulmir, e não serei humilhado de novo perante estes vermes ou ninguém!
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    1-Barulhos na noite:

    Mensagem por francisco neto em Sab Maio 18, 2013 5:20 pm

    Nimanor ficou de pé rapidamente e se arrependeu disto,pois na hora em que se levantou caiu na cama de novo com tontura,sua cabeça latejava de dor,seus olhos estavam marejados,sua boca seca e rachada,sua pele pálida como a neve,ele suava frio e não conseguia se lembrar de onde estava,aos poucos seus olhos se acostumaram com a luz e ele conseguiu enxergar e notar que estava em seu quarto.Esta havia sido a terceira vez em que ele acordara daquele jeito naquela semana,seu pai suspeitava que ele havia pego alguma doença na sua ultima visita á floresta firewood(assim chamada devido a uma espécie de arvore com o tronco vermelho abundante na região durante todas as estações do ano menos no inverno quando as mesmas ficavam marrons e idênticas a qualquer outro tipo de carvalho),floresta que Nimanor visitava com freqüência em suas caçadas e aventuras.Nimanor concordara com o pai e prometera que não voltaria a floresta até melhorar.
    Nimanor era um garoto de 17 anos,em torno de 1,75 de altura,musculoso,ágil e inteligente devido aos anos que passou escalando e rastreando na floresta,olhos azuis escuros e brilhantes,pele levemente bronzeada,cabelos castanho claro quase louros longos,e uma leve barba no rosto,incrivelmente bondoso,inteligente,corajoso,nunca desistiria enquanto houvesse alguém para ajudar ainda que isto custasse sua vida,humilde a ponto de não gostar de ser elogiado,porém silencioso e taciturno, ,só fala quando estritamente necessário,mas não deixe isto lhe enganar ele sempre está ouvindo e muitas vezes está mais a par do assunto do que todos a sua volta.
    Ele se levantou de novo,devagar desta vez,e se dirigiu até o armário no canto de seu quarto e pegou o vidro de ervas que o curandeiro havia lhe receitado de cima dele, o abriu e colocou uma das folhas embaixo de sua língua até que ela derretesse,instantaneamente uma sensação de calor percorreu seu corpo e sua pele começou a voltar a tonalidade normal,ele guardou a ervas e saiu do quarto,se dirigiu até a escada no fim do corredor e a desceu chagando até a cozinha onde seu pai já estava sentando comendo pão e bebendo água,ele viu a expressão de Nimanor e perguntou:
    -de novo não é?
    -é mas desta vez foi mais fraco,acho que a erva do velho Mattiew está fazendo
    efeito – disse Nimanor enquanto puxava uma cadeira e se juntava ao pai na refeição.
    O pai de Nimanor,Wildec,era um homem grande e forte de olhos castanhos penetrantes e uma densa barba negra curta que dominava seu rosto e se conectava aos longos cabelos que chegavam a seus ombros,ele era um homem bondoso,justo,um bom pai,porém duro e exigente,ele era um famoso guerreiro naquele reino que agora se aposentara e vive com seu filho em paz numa pequena cidade ao Norte de Velcat chamada Artam,os dois trabalhavam juntos em uma ferraria próxima á entrada da cidade.
    Os dois tomaram seu café da manhã e foram trabalhar,Nimanor estava trabalhando em um conjunto de flechas de ponta de aço para um velho homem chamado Nael e seu pai trabalhava em umas peças de moinho para Hevrac o dono do moinho que ficava a 1km e meio de distancia de Artam, após o trabalho estar terminado os dois fecharam a ferraria em torno das 6h da tarde e foram para casa arrumá-la e preparar o jantar, após terem jantado,os dois foram para a varanda onde se sentaram em pesadas cadeiras de balanço com canecas de cerveja gelada na mão e,no caso de Wildec,um cachimbo de madeira entalhado com um dragão de cada lado,os dois conversaram por uma hora antes de se despedirem e irem dormir para se preparar para o dia seguinte.
    Naquela noite Nimanor dormiu bem porém acordou no meio da noite com gritos distantes que foram trazidos até sua janela pela brisa,ele se concentrou no barulho e notou o choque de metal em metal os gritos e depois um rugido ensurdecedor que acordou todos na vila.
    Na manhã seguinte Nimanor ouviu boatos de homens que foram encontrados mortos com suas gargantas cortadas e seu com um buraco em seu peitos onde havia sinais de que seus corações haviam sido arrancados.Mais tarde ele perguntou a seu pai sobre o que ele achava lhe contando os boatos,na hora a face de Wildec se empalideceu e ele sussurrou:
    -Lobisomem!
    Lobisomens são homens que foram infectados por uma doença durante sua vida e eles passam essa herança a seus descendentes, muitos deles formam bandos que são grandes famílias de bestas ,eles são fortes, ágeis e guerreiros poderosos mesmo na forma humana,tem um olfato acima da media,assim como sua visão,audição e força,a maioria deles são guerreiros natos para os quais o combate com a espada é elevado a outro patamar,eles são instintivos e muitos deles cruéis,quando irritados se transformam em uma besta com a forma de um lobo ereto como um homem,nesta forma são mortais e matam sem hesitar,os lobisomens mais poderosos podem decidir quando se transformam embora ainda não se controlem na raiva.
    Wildec fez Nimanor prometer que iria fechar a ferraria e ir para a casa e correu conversar como chefe da guarda da cidade.Nos dias seguintes a cidade era mantida fechada e os guardas passaram a redobrar a atenção em todos os que passavam estranhos ou não,o clima na cidade estava mais tenso do que jamais esteve.
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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por Saphira-Gabi em Sex Jun 21, 2013 6:25 pm

    mt f*da essa sua história, ta me lembrando de quando eu começei a ler Eragon, continue assim e posta mais capitulos mt bom sério msm
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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por SnowShurtugal em Seg Jan 06, 2014 3:18 pm

    gostei, legal mesmo... Tem mais continuação?
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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

    Mensagem por francisco neto em Sex Fev 28, 2014 3:03 pm

    estou trabalhando na continuação.

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    Re: a maldição (Francisco Esteves Neto)

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